GT Agenda 2030 dá as boas-vindas ao Instituto Água e Saneamento (IAS)

Organização atua para garantir a universalização do saneamento no Brasil, especialmente para ampliação do acesso ao esgotamento sanitário

O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) nº 6 prevê assegurar a disponibilidade e gestão sustentável da água e saneamento para todas e todos. Pois esta é justamente a área de atuação do mais novo membro do Grupo de Trabalho da Sociedade Civil para a Agenda 2030 (GT Agenda 2030): o Instituto Água e Saneamento (IAS). A organização atua para garantir a universalização do saneamento no Brasil, especialmente para ampliação do acesso ao esgotamento sanitário.

Atualmente, milhões de brasileiras e brasileiros seguem sem acesso ao saneamento básico. Para o IAS, é fundamental entender o tamanho do problema para consolidar um novo imaginário sobre saneamento no país. Para facilitar o acesso e melhorar a qualidade da informação existente, o IAS organiza e sistematiza centenas de dados sobre água e esgoto no Brasil, tendo como ponto de partida as ações realizadas nos municípios.

Assim, o IAS trabalha para posicionar o debate sobre saneamento básico no centro das discussões sobre direitos humanos, redução da pobreza e prestação de serviços ambientais para a sociedade e isso é feito por meio de pesquisa, mobilização e articulação de diferentes atores sociais, de governo e do setor privado.

“Articulações são fundamentais para o fortalecimento da sociedade civil. Por isso, estamos felizes de ingressar no Grupo de Trabalho. Acreditamos que só uma organização com o propósito e a natureza do GT Agenda 2030 poderia reunir tantos acúmulos produzidos por agentes setoriais tão diversos. Nós, do IAS, entendemos que a sociedade civil organizada deve ser interlocutora privilegiada dos tomadores de decisão. Estamos genuinamente comprometidos com a missão de contribuir com a produção de conhecimento e o desenvolvimento de soluções locais, impulsionando o aprimoramento de políticas públicas baseadas em evidências”, explica a diretora do IAS, Marussia Whately.

O acesso à água e ao esgotamento sanitário é um direito humano, tendo sido reconhecido em 2010 pela Assembleia Geral da ONU. Em 2015, a ONU aprovou outra resolução reconhecendo o direito humano ao esgotamento sanitário como um “direito distinto, embora integrado”, ao acesso à água. O IAS também acredita que não há justiça climática sem acesso à água, tratamento de esgoto, drenagem e gestão de resíduos sólidos.

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