GT Agenda 2030 dá as boas-vindas à Febab

Federação que reúne bibliotecários, cientistas da informação e instituições atua na defesa, incentivo e desenvolvimento da profissão e também do livre acesso à informação e da liberdade de expressão

O Grupo de Trabalho da Sociedade Civil para a Agenda 2030 (GT Agenda 2030) dá as boas-vindas ao seu mais novo membro: a Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários, Cientistas da Informação e Instituições (Febab). A organização tem como principal missão defender e incentivar o desenvolvimento da profissão, atuando em dois eixos principais: no advocacy por mais e melhores bibliotecas no país e na educação continuada dos profissionais. Também atua na defesa do livre acesso à informação e da liberdade de expressão.

A Febab foi fundada em 1959 e é o braço brasileiro da Internacional Federation of Library Association (IFLA), com participação bastante ativa no comitê que integra as associações de bibliotecários dos países latino-americanos (IFLA LAC). Para o cumprimento de sua missão, promove cursos e oportunidades de capacitação profissional, mantendo grupos de trabalho e comissões dedicadas aos mais variados temas, como a Comissão Brasileira de Acesso Aberto e Direitos Autorais e os Grupos de Trabalho Bibliotecas pela Diversidade e Enfoque de Gênero, Relações Étnico-Raciais e Decolonidades, entre outros.

“Manifestamos interesse em participar do GT por nos reconhecermos como uma entidade que atua para que as bibliotecas possam colaborar com o cumprimento das metas da Agenda 2030”, diz a presidente da Febab, Adriana Cybele Ferrari. Ela conta que, desde 2016, a IFLA tem intensificado suas ações alinhadas com a Agenda 2030 implantando o Programa Internacional de Advocacy, a fim de mostrar à sociedade que as bibliotecas são parceiras estratégicas para o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

“A Febab participou ativamente desse projeto e percorreu várias cidades do país para sensibilizar os profissionais das bibliotecas das diversas tipologias, centros de documentação e outros espaços de leitura e informação, para mostrar como podem ser desenvolvidos programas e projetos alinhados aos ODS”, completa. Uma das ações envolveu a tradução para o português de materiais produzidos pelo IFLA, integrantes de um kit de ferramentas para o advocacy internacional sobre o tema. Em 2017, os materiais foram apresentados em várias cidades do Brasil, ocasião em que os profissionais foram estimulados a se reconhecerem como parceiros nessa empreitada.

A Agenda 2030 também foi tema da 27ª edição do Congresso Brasileiro de Biblioteconomia, Documentação e Ciência da Informação (CBBD), realizado em 2017. Em 2019, o evento teve como tema principal “Desigualdade e Democracia: qual o papel das bibliotecas”, com foco nos ODS 4, 8, 10 e 16. Outra ação, que marcou o Dia do Bibliotecário (12/03) de 2020, foi o lançamento da campanha “Bibliotecas que não se calam”, voltada à defesa do livre acesso à informação e à liberdade de expressão. “Entendemos que a participação no GT Agenda 2030 será de grande importância para a continuidade de nosso trabalho junto à comunidade bibliotecária brasileira e latino-americana”, conclui Adriana.

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