GT Agenda 2030 dá as boas-vindas à Campanha Nacional pelo Direito à Educação

Novo integrante do grupo de trabalho tem como missão atuar pela efetivação e ampliação dos direitos educacionais

A Campanha Nacional pelo Direito à Educação é o mais novo membro do Grupo de Trabalho da Sociedade Civil para a Agenda 2030 (GT Agenda 2030). Trata-se de uma rede de articulação, com sede em São Paulo (SP) e diversos comitês espalhados pelo país. Conta com mais de 200 entidades e movimentos sociais ligados à Educação no Brasil, entre movimentos sociais, organizações não-governamentais nacionais e internacionais, fundações, grupos universitários, estudantis, juvenis e comunitários, além de cidadãos que acreditam na construção de um país justo e sustentável por meio da oferta de uma educação pública de qualidade.

A missão da Campanha é atuar pela efetivação e ampliação dos direitos educacionais para que todas as pessoas tenham garantido seu direito a uma educação pública, gratuita e de qualidade no Brasil. Tal propósito está perfeitamente alinhado ao Objetivo 4 da Agenda 2030 – Educação de Qualidade, que visa assegurar a educação inclusiva e equitativa e de qualidade, e promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todas e todos.

“Acreditamos que a sociedade civil não exerce um papel paralelo para a garantia dos direitos humanos, mas é partícipe primordial para o avanço da legislação, das políticas públicas e do monitoramento de suas implementações, buscando a efetivação dos direitos e a Justiça Social. O GT Agenda 2030 é uma articulação que se mostra forte e com potencial de fazer avançar de uma forma progressista a agenda global para o contexto brasileiro e, por isso, estamos muito honrados em participar desse grupo”, afirma a coordenadora executiva da Campanha, Andressa Pellanda.

Segundo ela, o maior foco da Campanha é de fato o direito à educação e essa deverá ser a contribuição central da entidade para o GT Agenda 2030. “Atuamos também sobre os direitos sociais que têm interrelação próxima com a educação, especialmente na proteção de crianças e adolescentes, já que a escola é um aparelho público pelo qual passam e são identificados muitos gargalos sociais. Assim, também atuamos para uma sociedade com justiça social e econômica, em que todas e todos tenham direito à igualdade de acesso aos direitos, independentemente de credo, raça/cor, idade, classe social, deficiências, gênero, ou qualquer diversidade”, completa Andressa.

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um comentário

  • Excelente. Super bem-vindo mais esse coletivo ai grupo de trabalho. Com evidências e transparência derrotaremos as falsas aparências. Bravo.

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