Agenda 2030 no Brasil: dois anos depois

GT da Sociedade Civil acompanha e monitora o cumprimento das metas dos 17 ODS no País e alerta que o país segue caminho incompatível com a sustentabilidade

Para marcar a data de assinatura da Resolução 1/A/70, na septagésima Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York, documento cujo título clama por mudanças severas no rumo do planeta – Transformando o Nosso Mundo, a Agenda 2030 para Desenvolvimento Sustentável –, diversos integrantes do GT da sociedade civil para a Agenda 2030 localizados em São Paulo, organizaram um debate aberto sobre os ODS e lançaram mais uma vez o Relatório Luz do GTSC sobre a implementação da Agenda no Brasil, no dia 25 de setembro de 2017.

O evento foi promovido por ACT Promoção da Saúde, Agenda Pública, Aldeias Infantis, Artigo 19, Casa Fluminense, Cineclube Socioambiental, “EM PROL DA VIDA”, Fundação Abrinq, Fundação Grupo ESQUEL Brasil, Impact Hub, Instituto Democracia e Sustentabilidade, Plan International Brasil, Programa Cidades Sustentáveis e Impakktus, no Aldeia 445, na capital paulista.

DE CRISE EM CRISE UMA PAUTA POSITIVA

Como relatado em diversas ocasiões, o Brasil, neste caso o Governo Federal, tem tomado seu tempo no estabelecimento de processos para a implementação da Agenda 2030 no país, inclusive e principalmente em seus próprios processos internos de administração pública, que devem se alinhar com os princípios da Agenda de uma maneira ao mesmo tempo ampla e profunda nos seus afazeres. Para transformar o mundo, a mudança precisa afetar as singularidades, construindo um movimento de massa crítica.

O Brasil vive uma longa crise econômica e política que, se observada a longo prazo, a narrativa da crise e as crises em si, normalmente causadas e aproveitadas por oligarquias políticas e econômicas para gerar maior acúmulo de capital e poder para grupos, são também oportunidades para mudanças mais duradouras se libertas das amarras da incompetência interesseira.

O país se afunda em problemas e desperdiça recursos públicos, com os velhos vícios das obras inacabadas e o baixo retorno

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